| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Piciformes |
| Família: | Picidae |
| Leach, 1820 | |
| Subfamília: | Picinae |
| Leach, 1820 | |
| Espécie: | C. torquatus |
O pica-pau-de-coleira é uma ave da ordem dos Piciformes, da família picidae, as vezes é considerada uma espécie a parte Celeus tinnunculus.
Seu nome científico significa: do (grego) keleus = pica-pau verde; e do (latim) torquata, torquatus, torques = colarinho, colar. ⇒ Pica-pau com colarinho ou pica-pau de coleira.
Mede 27 cm, bico cinza, crista arrepiada e pontuda. O macho conta com um bigode vermelho, é um pica-pau elegante e difícil de confundir.
Possui três subespécies reconhecidas:
(Clements checklist, 2014).
Alimenta-se de insetos e sua larvas; ataca cupinzeiros arborícolas.
Escava seu ninho em troncos e galhos de árvores secas e palmeiras, onde põe seus ovos brancos e brilhantes no fundo da câmara incubatória.
Vive em bordas de matas de terra firme e de várzea, matas de galeria, matas secundárias e clareiras e na Mata Atlântica da Bahia, onde se encontra a subespécie C.t. tinnunculus. Encontrado aos pares ou em grupos familiares de até 5 indivíduos. Pousa em troncos altos. Acompanha bandos mistos de aves.
Chamado: um “kli! kli! kli!…” potente e sonoro, dado de uma forma espaçada.
Ocorre do norte da América do Sul aos altos rios Tapajós, Xingu e das Mortes ( Mato Grosso ), Goiás ( Rio Maranhão ). No Brasil oriental vive uma população disjunta, Celeus torquatus tinnunculus, na Bahia e Espírito Santo.
Status de conservação: LC ( IUCN ). A subespécie C. t. tinnunculus é endêmica do Brasil, está ameaçada de extinção devido ao desmatamento da Mata Atlântica.